às vezes eu consigo te odiar por quase um minuto. não acho o teu cabelo tão bonito quanto antes, não gosto mais das suas mãos, muito menos do seu nariz. não sinto falta. nenhuma falta.
e sabe, eu consigo mentir, às vezes.
segunda-feira, 12 de abril de 2010
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
sábado, 19 de dezembro de 2009
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
hoje.
escrevo qualquer coisa hoje pois não sei do amanhã.
e o hoje pede o que? não sei.
aliás, eu nunca sei.
posso chegar a conclusão de que o hoje não pede nada.
talvez alguns cigarros. acendo e acabam queimando sozinhos no cinzeiro.
o hoje também pode pedir um olhar. aquele olhar breve que você troca com algum desconhecido pela rua.
e assim vão passando as horas: suposições e mais suposições.
o dia acabou e eu ainda não descobri o que o hoje queria.
talvez o hoje me peça alguma coisa amanhã.
e o hoje pede o que? não sei.
aliás, eu nunca sei.
posso chegar a conclusão de que o hoje não pede nada.
talvez alguns cigarros. acendo e acabam queimando sozinhos no cinzeiro.
o hoje também pode pedir um olhar. aquele olhar breve que você troca com algum desconhecido pela rua.
e assim vão passando as horas: suposições e mais suposições.
o dia acabou e eu ainda não descobri o que o hoje queria.
talvez o hoje me peça alguma coisa amanhã.
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